Depois de Acre, passagem rápida por Brasília, cá estou na cidade de SP.Acho que não suportaria morar aqui,
mas para passeios culturais é o que há de melhor!
Cheguei no Tietê, deixei minha mala no guarda volumes e fui correndo para o Museu da Língua Portuguesa, depois dei uma passada rápida na Pinacoteca.
Uma tarde respirando arte!
Cheguei no Tietê, deixei minha mala no guarda volumes e fui correndo para o Museu da Língua Portuguesa, depois dei uma passada rápida na Pinacoteca.
Uma tarde respirando arte!
Ô Deus, gracias!
Aproveitei também para compartilhar
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e festejar a vida com amigos(as) queridos(as):
Lí, Mari, Luis, Gaspar, Marcinha, Arrazo, Haroldo, Angela, Tais...
Com eles visitei a avenida Paulista,
fui até a rua Augusta,
tomei café no Espaço Unibanco,
comi num boteco.
Sonhei na Livraria Cultura (meu Deus, quero morar numa livraria assim!),
deslumbrei a Fnac
e quase entrei no Masp (maldita chuva!).
Parece besta,
mas caminhar na chuva em plena avenida Paulista já foi um programão!
Gosto de ficar lá e observar as pessoas em seus mais variados estilos e comportamentos.
Gosto daquele ar de boemia, arte e cultura!
Gosto das cores, das luzes e sabores.
Segundo alguns amigos paulistas,
que já viajaram para fora,
SP não fica atrás em nada das grandes capitais internacionais,
pelo menos quanto ao mundo alternativo.
Não duvido.
Para mim, SP tem cara do mundo.
Pura diversidade!
Termino este post com um texto que vivenciei lá no Museu da Língua Portuguesa:
Lí, Mari, Luis, Gaspar, Marcinha, Arrazo, Haroldo, Angela, Tais...
Com eles visitei a avenida Paulista,
fui até a rua Augusta,
tomei café no Espaço Unibanco,
comi num boteco.
Sonhei na Livraria Cultura (meu Deus, quero morar numa livraria assim!),
deslumbrei a Fnac
e quase entrei no Masp (maldita chuva!).
Parece besta,
mas caminhar na chuva em plena avenida Paulista já foi um programão!
Gosto de ficar lá e observar as pessoas em seus mais variados estilos e comportamentos.
Gosto daquele ar de boemia, arte e cultura!
Gosto das cores, das luzes e sabores.
Segundo alguns amigos paulistas,
que já viajaram para fora,
SP não fica atrás em nada das grandes capitais internacionais,
pelo menos quanto ao mundo alternativo.
Não duvido.
Para mim, SP tem cara do mundo.
Pura diversidade!
Termino este post com um texto que vivenciei lá no Museu da Língua Portuguesa:
*
Não facilite com a palavra amor.
Não a jogue no espaço, bolha de sabão.
Não se inebrie com o seu engalanado som.
Não a empregue sem razão acima de toda razão (e é raro).
Não brinque, não experimente,
não cometa a loucura sem remissão
de espalhar aos quatro ventos do mundo essa palavra
que é toda sigilo e nudez,
perfeição e exílio na Terra.
Não a pronuncie.
.
(O Seu Santo Nome, de Carlos Drummond de Andrade)
.
