sábado, 4 de outubro de 2014

(...)

Queria eu ter a sensibilidade e destreza dos poetas para traduzir em palavras o que sinto agora.
Sinto que preciso arrancar de dentro o que me corrói para então me sentir liberta e leve.
Mas enquanto permanece aqui, pesa e machuca.
Venho, escrevo e apago.
Nenhum texto parece ser suficiente.
Nem este.

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